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Talvez você já tenha ouvido alguém se referir ao Carnaval como "a festa da carne", mas você sabia que a comemoração, nos moldes como ocorre hoje, tem um fim religioso? E a tradição do rei momo, você sabe onde e quando surgiu? Quem foi responsável pela primeira marchinha de Carnaval no Brasil? Veja essas e outras respostas nessa postagem!

Saturnálias
1 - Não se sabe exatamente quando o carnaval surgiu, os historiadores se dividem quanto ao local de origem da festa: dos cultos agrários na pré-história às celebrações a Dionísio, o deus do vinho, na Grécia antiga, passando pelo Egito dos faraós. Mas é provável que uma festa mais próxima ao nosso Carnaval tenha surgido no Império Romano no período antes de Cristo, com as saturnálias, celebrações em homenagem ao deus Saturno


2 - Nas saturnálias, no Império Romano, era comum que nobres, populares e escravos se misturassem nas ruas, com música, dança e grande fartura de comida e bebida. Foi nessa época que surgiu a tradição do rei momo, que era um escravo elevado a comandante da festa, e também começou o uso de fantasias e máscaras, tradição importada da Grécia.


3 - Com a ascensão do cristianismo, as celebrações pagãs ficaram ameaçadas. Mas para não desagradar completamente os novos fiéis, a Igreja Católica decidiu, no ano 325, "delimitar" as festas populares para até 40 dias antes da Páscoa - período de jejum e orações que passou a ser conhecido como Quaresma. Com isso, as festividades ganharam o nome de "Carnevale" - "adeus à carne", em latim.

Entrudo
Brincadeiras durante o entrudo no Rio de Janeiro - Aquarela de Augustus Earle, 1822


4 - O dia de Carnaval acontece 40 dias antes da Páscoa e por esse motivo muda todos os anos. Pelas regras da Igreja Católica, o dia de relembrar a ressurreição de Jesus Cristo é necessariamente o primeiro domingo após a lua cheia subsequente ao equinócio da primavera no hemisfério norte. Esse cálculo, no entanto, não é exato, pois a Igreja se baseia num calendário lunar na idade média, é  a lua cheia eclesiástica.


5 - A origem do Carnaval no Brasil tem ligação direta com os entrudos, festas populares em Portugal nos séculos 15 e 16. Com a mudança de muitos portugueses para o país nos anos seguintes, a tradição foi se espalhando por aqui. Por três séculos, a forma característica de comemorar o Carnaval no Brasil era jogar água, ovos e limões de cheiro ( bolinhas de cera cheias de perfume ), farinha de trigo e até lama ou lixo uns nos outros.


6 - Com a vinda da corte portuguesa para o Brasil, em 1808, chegaram novos costumes. Copiando os carnavais da época em Paris e Veneza, surgiram desfiles de carruagens com pessoas usando máscaras, que eram seguidos de bailes chiques voltados para a alta classe. Nas ruas, aos pobres, sobrava o entrudo, que chegou a ser proibido.

Bloco de Carnaval

7 - Nos primeiros anos da República, os blocos de carnaval já estavam consolidados, mas a maioria deles cantava músicas populares antigas, de compositores anônimos. Em 1889, Chiquinha Gonzaga compôs a primeira marcha criada especificamente para um grupo de carnaval, a até hoje famosa "Ô abre alas", feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro. Outros célebres compositores de marchinhas foram Lamartine Babo, João de Barro, Noel Rosa e Ary Barroso.


8 - Os bailes de carnaval da nobreza foram paulatinamente saindo dos palacetes em direção às ruas. Em meados do século 19, os desfiles de máscaras foram se espalhando pelo Rio de Janeiro, e surgiram os primeiros clubes e sociedades carnavalescas. Ao mesmo tempo, grupos de ex-escravos, pequenos comerciantes de origem portuguesa, os Zé-Pereiras, e outros populares, ganharam estímulo para também irem às ruas com sua música, criando a tradição dos blocos.


9 - A escola de samba como conhecemos hoje teve origem em 1929, com o bloco Deixa Falar. O grupo do bairro do Estácio, no Rio de Janeiro, ficava em frente a uma escola de normalistas, que formava professores. A ideia do sambista Ismael Silva era fundar uma escola de professores do samba. No mesmo ano aconteceu o primeiro concurso de sambas, do qual já participaram a Mangueira e o Conjunto Osvaldo Cruz, que viria ser a Portela. O primeiro desfile das escolas de samba, em 1932, foi organizado pelo jornal Mundo Sportivo, do jornalista Mário Filho, irmão do dramaturgo Nelson Rodrigues.

Frevo

10 - Enquanto no Rio de Janeiro, o samba se consolidava com o som do Carnaval, no nordeste, outros ritmos de origem africana conquistaram o coração do povo. Originado no fim do século 19 em Recife e Olinda como uma mistura de ritmos, danças, capoeira e artesanato, o frevo se tornou patrimônio cultural da humanidade no ano passado. Já a batida característica do maracatu, com seus enredos, fantasias pesadas e as calungas ( bonecos gigantes ), se concentra em Pernambuco e no Ceará. Na Bahia, o ritmo do axé é embalado pelos trios elétricos, tradição inaugurada no Carnaval de 1950, quando dois foliões, Dodo e Osmar, saíram tocando músicas em cima de um carro Ford 1929.


Fonte: Uol Educação


Já fui noveleira. Hoje, migrei para as séries e acompanho algumas com frequência e outras nem tanto. Mas sempre que tem uma boa novela, me apego.  E foi assim com a novela Além do Tempo. O final dessa novela também me fez lamentar uma série que chegou ao fim e que foi tão bem produzida quanto, que foi Downton Abbey.

Assim como tem pessoas que ficam órfãs quando acabam de ler um bom livro, eu quando vejo o último capítulo de novela ou último episódio de uma série fico meio carente, imaginando como será a vida dos personagens depois dali. Meio louco, né? Eu sei!

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A história de amor que começou em séculos passados e veio para os dias de hoje trouxe a tona a discussão sobre reencarnação, perdão e amores de vida passado.

Uma novela bem produzida, com uma boa fotografia, atuação primorosa dos seus atores e um texto lindo de se escutar, a novela conquistou fãs e, claro, audiência no horário das 6. A mensagem final, no último capítulo, com direito a voz do Chico Xavier, emocionou muita gente.

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Tão bem produzida quanto Além do Tempo, uma série que eu adoro e vi o seu último episódio por esses dias foi Downton Abbey. A série vivida no inicio do século passado teve 6 temporadas e mostrou, dentre outras coisas, os costumes de uma família rica da Inglaterra e seus empregados.

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Com a fotografia linda de viver e a história sendo correlacionada com a série, a produção vai deixar saudades porque eu adorava ver aqueles hábitos e como eles eram retratados.

Olha que coisa linda esse castelo que que era a casa principal, chamada de Downton Abbey.

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Estou de ressaca por causa do fim dessas produções. Aquela ressaca de tristeza. Uma produção realizada com qualidade é para deixar fãs com saudades. Sou dessas!

Até a próxima!

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Chapéu-de-sol às costas, uma mala térmica cheia de água e fruta da época, um saco de baldes para os miúdos na mão e umas moedas no bolso para as típicas bolas de Berlim. O calor já aperta, a brisa do mar chama e os pés na areia são a sensação por que muitos procuram assim que chega o verão. Mas não é apenas uma questão de lazer: ir à praia é bom para a saúde. Veja os 5 motivos

Relaxamos e dormimos melhor

Há sempre aquele senhor que se deita numa toalha ao sol de barriga para cima e ao fim de meros minutos já o ouvimos a ressonar. Esse é um dos efeitos que a praia tem em nós: ajuda-nos a descontrair.

A hidrologia explica porquê: a ionização negativa do ar (isto é, os átomos que compõem a brisa marítima têm um "excesso" de eletrões que lhes conferem energia negativa) tem influência no bem-estar humano. Aumenta os níveis de serotonina – o neurotransmissor que regula o humor, o sono e a sensibilidade, por exemplo – e, por consequência, diminui os níveis de ansiedade.

Além disso, na praia costumamos fazer mais exercício físico, o que resulta numa melhoria do ritmo cardíaco, da oxigenação dos tecidos e da circulação. E à noite, o cansaço acumulado, faz o resto.

Melhora as articulações…

Os passeios à beira-mar, habituais na praia, são muito positivos para as articulações dos pés, dos joelhos e dos quadris. Outra coisa boa: a pele da planta do pé sofre uma esfoliação por causa da areia que renova a pele de forma natural.

A velocidade ideal e com mais vantagens  está entre os 5 e os 6 quilómetros por hora, até porque deste modo os músculos tonificam-se nas pernas e nos glúteos. Mas atenção: não pode dar estes passeios ao meio-dia, altura em que os raios solares são mais perigosos. E nunca dispense o protetor solar nem os óculos de sol.

… e os músculos

Basta nadar e às vezes nem isso é preciso. Entrar no mar é bom para os músculos, mesmo que nem sequer se mexa muito. Só o facto de as ondas baterem nas pernas é suficiente para relaxar, como numa massagem. Depois vem a ciência: dentro de água temos a sensação de que o nosso peso diminui, algo que facilita os nossos movimentos e melhora as cartilagens.

E também há vantagens para o sistema circulatório: o retorno venoso torna-se mais eficaz e a drenagem linfática também melhora. Vai um mergulho?

Respira-se melhor

Encha bem os pulmões com o ar da praia. Como indica Muela García, especialista em hidrologia médica, "a brisa do mar atua como uma espécie de aerossol ou spray natural muito rico em iodo". E onde vão atuar as propriedades do ar? Nas glândulas da tiróide e do nariz, que consegue expelir com maior facilidade os indesejados mucos.

Quando estamos na praia e respiramos a brisa marítima temos maior facilidade em respirar, como se o sistema se tivesse limpo. A ventilação melhora e a quantidade de hemoglobina aumenta, otimizando a circulação de oxigénio.

Melhora o funcionamento do organismo

Cloro, sódio, magnésio, potássio e iodo. Estes são alguns dos químicos presentes na água do mar e que garantem efeito benéficos para o organismo: ajudam a combater alergias, melhoram o funcionamento do sistema respiratório, aliviam os músculos e permitem a chegada de mais oxigénio às células. Depois vêm os ossos, que ganham mais cálcio.

  (Foto: BBC)

Toalhas úmidas, escovas de dente sem escorrer, brinquedos espalhados pelo chão…esses são alguns dos "ambientes perfeitos" para fungos e bactérias se multiplicarem dentro de casa.

Segundo um estudo feito pela Fundação de Pesquisa para Saúde e Segurança Social (FESS) em parceria com a Universidade de Barcelona para a empresa de limpeza Sanytol, os hábitos de limpeza que temos podem transformar uma casa

A pesquisa atestou que o banheiro é o local mais cheio de germes de uma residência. No entanto, ele também é o cômodo que se limpa com mais frequência e, sendo assim, muitas vezes acaba não sendo tão "perigoso" nesse aspecto quanto outros locais que ficam "esquecidos", apenas acumulando sujeira – e, consequentemente bactérias e outros tipos de microorganismos.

Por isso, Maite Muniesa, que é representante do Departamento de Microbiologia da Universidade e liderou a pesquisa, chamou a atenção na apresentação dos resultados justamente para a falta de limpeza naquelas que chamou de "zonas esquecidas".

A seguir, o ranking dessas zonas que podem colocar em risco a saúde dos moradores da casa.

1- Banheiro

Levando em consideração a função dos banheiros, não é muito surpreendente saber que eles estão no topo da lista.

O estudo inclui uma pesquisa com mil famílias espanholas e, de acordo com os resultados dele, somente 56% faz uma limpeza diária nos banheiros. E apenas 32% os desinfeta.

"Limpar o banheiro não é a mesma coisa que desinfetá-lo. Ter uma superfície limpa não é o mesmo que ter uma superfície sem contaminação", afirmou Muniesa.

2- Esponjas e panos de cozinha

Segundo a pesquisa, a cozinha é outro local cheio de germes dentro de casa.

Eles se concentram principalmente nas esponjas e nos panos. Segundo a especialista, eles não costumam ser lavados diariamente e, muitas vezes, ficam úmidos ao longo do dia, o que colabora para a proliferação dos germes.

"Esses germes e bactérias podem ficar até duas semanas em uma esponja úmida", afirmou a pesquisadora.

3- Pia

A pia da cozinha concentra 100 mil vezes mais germes do que o banheiro. Segundo o estudo, 14% delas abrigava mais de um milhão de bactérias por metro quadrado.

E muitas vezes, esses microorganismos se acumulam em pilhas de pratos com restos de comida.

4 – Torneiras, banheiras, máquinas de lavar e geladeiras

Assim como acontece com a pia, a umidade e o material orgânico acumulado

Na borracha da máquina de lavar e da geladeira, por exemplo, não é estranho encontrar mofo ou bolor. Ela tem dobras muito difíceis de limpar e, sendo assim, acaba acumulando esses microorganismos.

5- Escovas de dentes e seus copos

A boca abriga centenas de microorganismos, que podem ser transferidos à escova de dente durante o uso.

Bactérias como estafilococos, bactérias coliformes, pseudomonas, levedura, bactéria intestinal e até germes fecais podem ficar alojados ali.

A pesquisa garante que 80% das escovas de dente examinadas abrigam milhões de microorganismos que podem vir a ser prejudiciais à saúde.

6- Chão

É comum deixarmos cair algum pedaço de comida no chão. Muita gente pega o pedaço de volta, dá aquela assopradinha e acha que, assim, já eliminou todas as bactérias que estavam ali. Mas isso não é suficiente,

O chão de uma casa é um dos lugares com maior concentração de microorganismos, segundo a pesquisa. Muitos deles são trazidos da rua com nossos sapatos.

Além disso, os especialistas em microbiologia advertem que as bactérias precisam somente de dez segundos para "colonizar" um pedaço de comida que cai no chão.

7- Tábuas para cortar

De acordo com Muniesa, até 20% das infecções alimentares ocorrem dentro de casa. Os microorganismos que frequentemente provocam esse tipo de problema são a salmonela, a escherichia coli e o campylobacter.

Todos eles podem se acumular na borracha da geladeira ou em panos úmidos. Mas também é comum encontra-los nas tábuas de cortar, que são ambientes propícios para abrigar germes.

Para evitar isso, é preciso desinfetá-las com frequência – o que pode ser feito facilmente no microondas.

8- Dispositivos tecnológicos

O teclado de um computador ou a tela de um celular podem chegar a ter 30 vezes mais microorganismos do que um banheiro limpo.

É que essas telas de celulares, os telefones, controles remotos e outros dispositivos tecnológicos estão em constante contato com nossas mãos.

"Nós mexemos em muitas coisas e não desinfetamos nossas mãos corretamente", advertiu a especialista.

Por isso, os teclados podem acumular até 450 tipos de germes diferente, afirma a pesquisa.

9- Maçanetas

Elas são utilizadas uma vez ou outra ao longo do dia, mas são bem fáceis de se esquecer na hora da limpeza da casa.

Por isso, as maçanetas se tornam lugares propícios para o acúmulo de germes.

Mais que isso, os especialistas consideram que elas desempenham um papel importante na transmissão de vírus como o da gripe e outros que provocam doenças respiratórias.

10- Brinquedos

Não é raro encontrá-los espalhados pelo chão. Muitas vezes, são arrastados passando de uma criança para outea – e elas muitas vezes os colocam na boca.

Isso acaba fazendo com que os brinquedos também sejam focos de germes e bactérias.

 

Os pneus são feitos de material resistente, para aguentar calor e pressão durante os percursos percorridos em cima deles. Depois da sua vida útil nas estradas, não têm que ser banidos para uma lixeira. Em vez disso podem ser aproveitados e reutilizados de diversas formas, como por exemplo para fazer pavimentos, bancos, vasos para plantas ou brinquedos.

Olha aí uma lista de 10 formas incríveis de reutilizar pneus usados e transformá-los em coisas úteis:

1. Cama para o cão num pneu de borracha:

cama cão reutilizar pneus de borracha

2. Bancos, cadeiras e mesas:

bancos mesa pneus reaproveirar

banco reutilizar pneus de borracha

cadeira reutilizar pneus de borracha

3. Floreiras e vasos para pantas:

Estudos mostram que os pneus de borracha vão lançando químicos tóxicos no ambiente que os rodeia. Por isso é boa ideia não colocar plantas comestíveis em vasos feitos com pneus usados.

floreira pneu

floreira pneu usado

vaso plantas reutilizar pneus de borracha

vaso com catos pneu

4. Armadura de guerreira feita com pneus:

armadura de pneus usados

5. Parque infantil:

reutilizar pneus usados parque crianças

6. Baloiços feitos com pneus:

reutilizar pneus usados baloico

reutilizar pneus baloiço

7. Caixa de areia para brincar feita com um pneu de trator:

reutilizar pneus usados brincar caixa areia

8. Espelho que aproveita uma roda de bicicleta usada:

espelho pneu usado

9. Cadeeiros feitos com pneus:

reutilizar pneus de borracha candeeiro

10. Uma coluna de som que aproveita um pneu de borracha:

coluna som pneu usado


Fonte: Bored Panda