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Há 90 anos, o cientista inglês Alexander Fleming inaugurou uma nova era ao descobrir a penicilina, o primeiro antibiótico da história. Na receita desse marco, há uma boa dose de sorte. Veja as datas para mostrar as principais revoluções médicas que contaram com o acaso. Confira a linha do tempo:

1799 – Anestesia

O inglês Humphry Davy (1778-1829) foi o primeiro a relatar o efeito anestésico do óxido nitroso, o "gás do riso". Anos depois, o dentista americano Horace Wells (1815-1848) assistia a um espetáculo quando um dos participantes, depois de inalar o gás, machucou a perna e não sentiu dor. Intrigado, Wells fez uma experiência: pediu para um estudante arrancar seu dente sob o efeito do gás. A extração foi indolor.

1870 – Aspirina

O alemão Felix Hoffman (1868-1946) testava o extrato da casca de uma árvore, o salgueiro, no combate a infecções. Nos primeiros testes, a pílula sintetizada a partir da salicina — o princípio ativo da planta — não alcançou bom resultado. Por outro lado, reduziu a febre. Para evitar que o remédio causasse queimação no estômago, ele acrescentou à fórmula a substância acetil. Nascia, assim, o ácido acetilsalicílico, que a Bayer popularizou como Aspirina.

1879 – Adoçante

A sacarina foi descoberta pelo russo Constantin Fahlberg (1850-1910) quando ele trabalhava com derivados de alcatrão de carvão em seu laboratório nos Estados Unidos. Curiosamente, o ciclamato de sódio e o aspartame também foram desvendados por obra do acaso: o primeiro em 1937, numa pesquisa para um remédio contra febre, e o segundo em 1965, em um estudo para achar uma solução contra úlceras.

1889 – Insulina

Os cientistas alemães Joseph von Mering (1849-1908) e Oscar Minkowski (1858-1931) removeram o pâncreas de um cão para estudar o que aconteceria e logo perceberam que a urina do animal passou a atrair moscas por causa do açúcar. Eles constataram que a glândula era indispensável para o aproveitamento da glicose. Em 1921, pesquisadores canadenses isolaram o hormônio responsável por isso, a insulina.

1895 – Raio X

O físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (1845-1923) analisava um tubo de raios catódicos — tubo de vidro através do qual passa um feixe de elétrons — quando notou um efeito curioso. Ao ligá-lo, ele percebeu um brilho projetado em uma placa fosforescente. E esse brilho persistia mesmo se fosse colocada uma folha de alumínio entre o tubo e a placa. Quando botou a própria mão, descobriu que podia ver seus ossos na imagem projetada.

1928 – Penicilina

O inglês Alexander Fleming (1881-1955) investigava bactérias do tipo estafilococo quando saiu de férias e esqueceu, em cima da mesa do laboratório, uma de suas amostras do micróbio. Ao voltar, viu que havia aparecido mofo no local, e este impedia as bactérias de se multiplicarem. Concluiu, então, que uma substância do fungo Penicillium notatum estava por trás desse efeito. Despontava a penicilina, o primeiro antibiótico.

1956 – Marca-passo

O engenheiro americano Wilson Greatbatch (1919-2011) construía um dispositivo para gravar batimentos cardíacos quando, por engano, retirou o resistor da caixa errada. Depois de montá-lo, notou que o circuito emitia pulsos elétricos. Logo, imaginou que essa estimulação poderia ajudar em um colapso do coração. Ao longo de dois anos, aperfeiçoou o invento e o testou em um cão. No início, o equipamento era do tamanho de uma TV.

1964 – AZT

O americano Jerome Horwitz (1919-2012) sintetizou essa droga quando pesquisava alternativas para tratar a leucemia. Como não obteve o resultado esperado, ela foi arquivada. Dez anos depois, o alemão Wolfram Ostertag (1937-2010) demonstrou que o remédio tinha efeito sobre um vírus parecido com outro que se conheceria mais tarde, o HIV. Em 1986, os EUA aprovaram o uso do AZT como o primeiro medicamento contra a aids.

1973 – Botox

Ciente dos experimentos com toxina botulínica, uma substância extraída de bactérias, o oftalmologista americano Alan Scott a utilizou, com êxito, para paralisar o músculo extraocular e corrigir, assim, quadros de estrabismo. Nos anos 1990, um casal de médicos canadenses, Alastair e Jean Carruthers, descobriu que a injeção também combatia rugas e pés de galinha.

1993 – Viagra

O químico inglês Simon Campbell trabalhava em um medicamento para dilatar as artérias do coração e aliviar a dor no peito da angina. Os efeitos, porém, estavam aquém do desejado. Só que nos testes clínicos os pesquisadores começaram a ouvir relatos de voluntários que sofriam uma estranha (e bem-vinda) reação adversa: o citrato de sildenafila melhorava a ereção. Em 1998, a Pfizer lançava o Viagra.

FONTES: Descobertas Acidentais em Ciências, de Royston M. Roberts (Papirus), e As Dez Maiores Descobertas da Medicina, de Meyer Firedman e Gerald W. Friedland (Cia. das Letras)




Cada vez mais o Pilates vem ganhando reconhecimento da sociedade. A sua eficácia na melhora de diversos sintomas, dores e problemas posturais já está mais do que comprovada. Porém, para ter essa eficiência toda, os profissionais precisam, além de estar atentos ao que o paciente apresenta, ter o conhecimento teórico de tudo o que o Pilates pode oferecer.

Grosseiramente, existem dois tipos de Pilates: o pilates no solo, o matwork e o Pilates em aparelhos. E é desses aparelhos que tratam o post de hoje.

Irei falar do Reformer, Cadillac, Ladder Barrel e da Chair

REFORMER

reformer pilates

O Reformer foi um dos primeiros aparelhos de Pilates a ser utilizado pelo próprio Joseph Pilates e pode-se dizer que é o equipamento mais famoso atualmente nos estúdios de pilates.

Basicamente, o Reformer tem uma estrutura parecida com uma cama, com uma plataforma deslizante sobreposta a cama. Essa plataforma é chamada de carro.

O carro possui movimentos lineares e é preso a um conjunto de molas. A organização das molas pode ser alterada para diferentes níveis de esforço durante o exercício.

Alguns modelos portáteis de Reformer estão sendo comercializados, aumentando o número de praticantes de Pilates nas suas próprias residências.

O Reformer é um aparelho que possibilita a realização de exercícios dos mais vários tipos.

A possibilidade de ajustes do aparelho permite exercícios com o praticante deitado, deitado lateralmente, em pé, sentado, trabalho de pernas.

CADILLAC

Cadillac Pilates

Assim como o Reformer, o Cadillac é um aparelho bem completo, com acessórios interessantes como o trapézio e os barras e mecanismos com mola.

Com cerca de 2 metros de altura, a primeira vista o Cadillac pode assustar quem entra em um estúdio de Pilates.

Alguns exercícios no Cadillac podem utilizar a gravidade para aumentar a intensidade dos movimentos.

Os primeiros exercícios eram realizados com camas normais com molas presas a paredes.

Um dos pontos centrais no Pilates é a respiração e a concentração durante os exercícios.

LADDER BARREL

ladder barrel pilates

Você já deve ter feito muitos exercícios de força e flexibilidade no Ladder Barrel.

Imagine um meio círculo estofado de um lado e de outro uma pequena escada, esse é um aparelho simples, porém muito utilizado nos estúdios pelo mundo.

A distância horizontal entre o barrel e a escada (ladder) é ajustável dependendo do tamanho das pernas e braços da pessoa.

CHAIR

chair pilates

Apesar do nome, a Chair (cadeira) realiza também vários exercícios em pé.

Também conhecido como wunda chair e low chair, a Chair é também um equipamento original de Joseph Pilates.

O aparelho em si é simples uma caixa com um dos lados móveis.

Esse lado móvel se assemelha a um grande pedal ou degrau e pode ser utilizado como apoio tanto para membros superiores quanto inferiores.

Esses são os principais aparelhos e para ter o máximo que eles podem oferecer, o profissional precisa de variedade de exercícios. Por isso, eu recomendo o livro Pilates em equipamentos (para profissionais e aprendizes), que possui mais de 600 exercícios, em 4 equipamentos, nos níveis avançado e básico.

Ele está dividido em:

- 53 exercícios com Ladder Barrel
- 236 exercícios com Cadillac
- 119 exercícios com Step Chair
- 255 exercícios com Reformer

Clique aqui e saiba mais sobre esse livro.




A febre amarela é uma doença infecciosa grave que pode ser transmitida pela picada de dois tipos de mosquitos, o Aedes Aegypti ou o Haemagocus Sabethes. Essa doença causa sintomas como dor abdominal, dor de cabeça e febre e deve ser tratada de forma a aliviar os sintomas.

A febre amarela não é contagiosa. Isso significa que os macacos não transmitem diretamente a doença, assim como ela não é transmitida diretamente de um humano a outro. Os mosquitos são os vetores, os responsáveis pela transmissão tanto entre humanos quanto entre macacos e de macacos para humanos.

Além de não serem os responsáveis pela transmissão da febre amarela, os macacos ajudam  mapear a presença do vírus no ambiente. Ao confirmar a morte de um macaco pela doença, as equipes de vigilância sanitária e controle de zoonoses conseguem mapear áreas de risco e organizar campanhas de vacinação.

O surto de febre amarela representa uma grave ameaça para os macacos que vivem na Mata Atlântica. Parte significativa das espécies está ameaçada de extinção, entre elas, o bugio, o macaco-prego-de-crista e o muriqui do sul e do norte

Além de dificultar o controle da doença, matar, maltratar, perseguir ou apreender macacos é crime ambiental previsto no Art. 29 da Lei n° 9.605/98. O autor pode ser condenado a uma pena de seis meses a um ano de detenção, além de pagar multa.  A pena é aumentada em 50% quando o crime é praticado contra espécies ameaçadas de extinção  

1. Vontade frequente de fazer xixi

Esse é um sinal claro de que a glicose está nas alturas. "Quando os níveis de açúcar no sangue fogem do controle, seus rins tentam eliminar a substância pela urina", conta Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). Isso resulta em mais idas ao banheiro, inclusive durante a madrugada.

2. Muita sede

Mais xixi significa maior risco de desidratação. Daí porque a sede é outro sintoma comum do diabetes. Nesses casos, a quantidade de água que a pessoa está acostumada a ingerir já não dá conta de acompanhar as necessidades do organismo.

3. Cansaço excessivo

A exaustão também toma conta de diabéticos que não controlam a doença – mesmo que as noites de sono durem oito horas. "O desequilíbrio entre o excesso de açúcar no sangue e a falta de glicose dentro das células afeta a energia disponível para encarar as atividades do dia a dia", explica Zilli.
Entenda: Jovem corre o mundo para mostrar que diabetes e esporte combinam

4. Visão turva

Quando os níveis de glicose no sangue sobem, a mácula (área da retina responsável pela precisão da visão) fica inchada e torna mais difícil focar em algum ponto específico. Será que é por isso que você tem visto tudo mais embaçado ultimamente? Vale ir ao médico.

5. Sangramento nas gengivas

O sangue doce transforma seu organismo em um ambiente mais que propício para as bactérias fazerem a festa, em especial as que gostam de habitar na mucosa da boca. Lá, elas se proliferam e deixam sua gengiva mais sensível, inchada e propensa a sangramentos. 

6. Marcas na pele

Muita glicose circulante acaba comprometendo a saúde de seus vasos sanguíneos. Aí, manchas roxas, avermelhadas ou marrons começam a aparecer.
 

Você sente dores nas costas? Quando está em pé seus ombros tendem a cair para a frente?  Geralmente, o que causa o problema é a postura errada. A falta de alinhamento pode piorar se não for tratada. A boa notícia é que, na maioria dos casos, ela pode ser corrigida.

A postura correta consiste em ambos os polegares apontando para frente e os ombros alinhados.  Ortopedistas e fisioterapeutas conseguem identificar os pacientes que não seguem esses padrões a partir testes. Assim,  é definido o melhor tratamento para cada caso.

Sabe-se que alguns exercícios podem ajudar a manter os ombros na posição correta e aliviar o stress causado pela má postura. Assim como os músculos e as articulações, a coluna também pode ser treinada para encontrar o seu alinhamento. A rotina de exercícios pode ser feita em 20 a 30 minutos por dia, ou pelo menos três vezes por semana. As informações foram dadas pelo fisioterapeuta americano Gregory Minnis, segundo o portal Medical News Today,

Passo 1: 'Aperto de mãos'

Esse exercício é simples e pode ser feito todos os dias. Em pé, você deve juntar as mãos atrás do corpo, como se estivesse fazendo um aperto de mãos em si mesmo. Então, suavemente, com as mãos ainda unidas, você deve puxar os ombros para trás sem mover o pescoço. Os ombros devem ser puxados até o peito se abrir e sentir o estiramento dos músculos. Essa posição deve ser realizada por 30 segundos.

Passo 2: 'Batente da porta'

Depois dos ombros, o peito também precisa ser alongado para manter a postura firme. Uma forma simples de fazer isso é utilizando o batente de uma porta. Em pé, de frente para a porta, você deve colocar as mãos no batente, um pouco acima da altura de sua cabeça. O pé deve ficar um pouco à frente do batente. Esse exercício permitirá alongar tanto o peito quanto os ombros. O ideal é fazê-lo por 30 segundos.

Passo 3: Escápulas

Segundo os especialistas, esse exercício ajuda o corpo a perceber como uma boa postura deveria ser. Sentado, você deve tentar unir as escápulas – os ossos das costas que ficam atrás dos ombros – como se estivesse tentando segurar uma bola de tênis entre elas. Enquanto elas flexionam, os ombros devem se mover para baixo, em relação às orelhas. Esse exercício pode ser feito por 10 segundos e repetido 10 vezes diariamente.

Passo 4: Alongamento deitado

Esse treino pode ser feito pela manhã, depois de acordar, ou à noite, antes de dormir. Você deve estar deitado, com as costas na cama e os pés no chão. Nessa posição, os joelhos devem estar flexionados e para cima. Enquanto isso, os braços devem ficar estendidos longe do corpo, com as palmas das mãos para cima. Você deverá sentir um leve alongamento nas costas e nos ombros. Para melhores resultados, esse exercício pode levar até 10 minutos.

Passo 5: Alongamento na parede

O alongamento na parede é um dos exercícios mais importantes para quem tem os ombros caídos. Ele consiste em encostar o cóccix, a cabeça e toda a extensão das costas contra a parede. Os pés devem estar posicionados um pouco longe da parede. Então, os braços devem ser pressionados contra a parede, mantendo os ombros em um ângulo de 90 graus. Essa posição pode ser mantida entre 30 segundos a um minuto para garantir o alongamento.

 

Prevenção

Pode levar algum tempo para notar o ajuste nos ombros, mas é melhor não se apressar ou forçar o corpo para uma posição que não seja confortável. Os exercícios ajudam, mas devem ser um complementar a mudança de hábito. Ou seja, é preciso treinar sempre para mantê-la correta ao longo do dia.