Anticoncepcionais de emergência

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A pílula deve ser tomada em casos específicos

Apesar do Conselho Federal de Medicina acabar de aceitar o uso do anticoncepcional de emergência, conhecido como "pílula do dia seguinte", e publicar resolução que regulamenta sua aplicação, é importante estar informada sobre suas atuações e efeitos. Afinal de contas, este tipo de pílula chega a conter uma dose de hormônio de 10 a 20 vezes maior que a pílula anticoncepcional comum e vem sendo utilizada, principalmente por adolescentes, como o único método anticoncepcional ou como um método adicional.

Abusar destes "comprimidinhos" pode causar danos graves à saúde, como câncer de mama e de útero, problemas em uma futura gravidez, além de trombose e embolia pulmonar. Além disso, o contraceptivo de emergência não protege ninguém das doenças sexualmente transmissíveis. Apesar de após dois ou três dias, a droga ser eliminada do organismo, mais do que uma dose em apenas um mês já é considerado abuso. A recorrência a ela deve acontecer apenas em casos de emergência.

Pode ser tomada até 72 horas depois da relação.

São dois comprimidos - um a ser tomado de preferência nas primeiras 24 horas, quando sua eficácia é maior, seguido de outra dose após 12 horas.

A pílula do dia seguinte pode ser adquirida em qualquer farmácia sem prescrição médica, mas é importante informar ao seu médico sobre esta alternativa. Os efeitos colaterais mais comuns são alteração no ciclo menstrual, possíveis dores de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos. Apenas quem possui alguma doença hematológica (do sangue), vascular, hipertensão ou obesidade mórbida não pode usar o medicamento.

Equipe Bem Star


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