Olha o que comer fora de casa custa para você....

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 Brasileiros desembolsarão, até o fim deste ano, quase R$ 50 bilhões em alimentação fora de casa. A informação consta em pesquisa da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), realizada para mostrar os gastos das famílias em relação à CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

Conforme o estudo, o gasto em específico está no quarto lugar da lista de maiores volumes movimentados, perdendo apenas para impostos (R$ 55 bilhões), vestuário (R$ 56,6 bilhões) e aluguel (R$ 171,3 bilhões). No total, a prática consome mais de 4% do orçamento familiar.

No bolso
De acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no âmbito do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), comer fora de casa estava, no acumulado do ano até novembro, 6,5% mais caro. A alta de preço mais intensa havia sido registrada em Belém: 8,5%.

Na tabela abaixo, é possível verificar o comportamento de preços em todas as 11 capitais pesquisadas para elaboração do índice:

Variação de preços
Capital Acumulado até novembro
Rio de Janeiro 5,01%
Porto Alegre 4,84%
Belo Horizonte 7,06%
Recife 6,79%
São Paulo 7,33%
Distrito Federal 5,21%
Belém 8,50%
Fortaleza 6,17%
Salvador 7,76%
Curitiba 4,34%
Goiás 6,73%
Brasil 6,47%

Fonte: IPCA/IBGE

Nota Fiscal Paulista
Vale lembrar que esse hábito do brasileiro, ao menos no estado de São Paulo, renderá um bônus no intervalo de seis em seis meses. Desde outubro, restaurantes são obrigados a emitir a Nota Fiscal Paulista, uma modalidade do documento já conhecido. Em novembro, padarias e bares passaram a fazer parte desse programa.

Ocorre que, desde aquela data, quando pede o comprovante e fornece o número de seu CPF, o consumidor acumula créditos, que correspondem a 30% de todo o gasto que a pessoa tem, indiretamente, com ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Esse dinheiro é devolvido duas vezes por ano: aos gastos feitos de janeiro a junho, em outubro, e de julho a dezembro, em abril do ano seguinte. A pessoa pode pedir o depósito em conta-corrente, em abatimento na fatura do cartão de crédito ou por meio de desconto no IPVA (Imposto sobre Propriedade e Veículos Automotores).

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