Redação da G Magazine é fechada e funcionários demitidos

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A empresa Ad Business, e não a Ultra Friends como tinha sido divulgado, assumiu, há uma semana, o comando da G Magazine com mudanças radicais. A redação da revista foi fechada na zona sul de São Paulo, além de funcionários terem sido demitidos. O portal "Gonline" também foi vendido segundo atestou a ex-diretora Ana Fadigas em editorial de despedida na página do portal.

A editora Fractual, sufocada por dívidas e a pressão dos credores, decidiu vender a revista que tem futuro incerto. A compradora já é dona de sites dirigidos ao público gay como Arrasa! e GoGo Stars. A pornografia é o carro chefe do grupo e por isso a nova G Magazine deve ganhar novo perfil dando prioridade à nudez e suprimindo as reportagens.

As mudanças incluem ainda a redução do volume da publicação e colunistas como Nany People tiveram as colunas extintas. Na contra mão do novo foco da G, revistas com rico conteúdo voltado para gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes se firmam no cenário nacional.

Mudaram os conceitos a partir de pesquisas com o público que anda cansado do erotismo gratuito. O mercado ganhou qualidade com publicações com a revista "Dom" e a "Júnior." De tabela, essas publicações ganharam a confiança dos grandes anunciantes que agora apostam no segmento. Por outro lado, o novo conceito (aqui no Brasil) fez com que atores famosos aceitem ser capa. É o caso de Rodrigo Hilbert, o traficante Ronildo de "Duas Caras." Apoiado
pela mulher, a atriz Fernanda Lima, ele será capa da edição de abril da revista "Dom."

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