A novela no cotidiano

Por | 08:42 1 comentário



Durante minha infância ( e lá se vão alguns anos), era comum imitar personagens de novela, que faz parte do cotidiano do povo brasileiro. Lembro-me como se fosse hoje que, criança, pega as pulseiras da minha mãe ou do meu pai, colocava no punho e soltava o famoso " Tô certa ou tô errada" do inesquecível Sinhozinho Malta de Roque Santeiro.  Assim como esse, lembro de outros bordões que sairam da novela para a boca do povo. Tem a  Deborah Secco com o bordão "Socorro" em uma novela que a mãe dela era a Susana Vieira, a Solange Couto com "Né brinquedo não" e a sua inesquecível Dona Jura e mais recente o Antonio Fagundes como o "Epa, Epa, Epa, Muita calma nessa Hora".
Todos os bons personagens sempre chamam a atençao do povo e muitas vezes da criançada. E ontem eu estava passeando por aí quando eu vi uma criança com um capuz na cabeça, brincando com a mãe. Pensei comigo " Ela está brincando de se esconder". 
Como sentei numa mesa que estava do lado da criançinha, não demorei muito para perceber que ela estava imitando o Tarso, na novela Caminho das Indias. Ela aproveitou que estava com um casaco que tinha um capuz, arregalava os olhos e ria dizendo " eles estão vindo me pegar".
 
 
Eu não vou aqui ficar discutindo se é saudavél ou não uma criança fazer isso mas o que me passou pela cabeça é como a novela influencia a vida das pessoas e como um trabalho bem realizado com o do Bruno Gagliasso, fica na cabeça das pessoas.
 
É isso...

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