5 Invenções estúpidas que faturaram muito dinheiro

Por | 14:33



Há muitas invenções fantásticas no mundo. Algumas ideias ajudaram os homens a percorrer grandes distâncias em menor tempo, se proteger do frio, do calor e da umidade. Outras permitiram acabar com doenças e prolongar a expectativa de vida das pessoas. Mas nem toda invenção é genial: algumas não têm utilidade alguma e não passam de bobagens. Isso não quer dizer que elas não possam render muito dinheiro.



Antenna Balls

Um belo dia, alguém teve a ideia de colocar um enfeite na antena de rádio do seu carro. Algum tempo passou e outras pessoas resolveram copiar a ideia. Até aí, tudo bem. Mas e se alguém resolvesse transformar a ideia em um produto e sair vendendo por aí? Pois o norte-americano Jason Wall não só topou a empreitada como ainda bolou um modelo "especial": uma bolinha amarela com um rosto estilizado. Boboca, não? Mas a invenção deu certo, se tornou uma febre nos Estados Unidos e rendeu milhões de dólares a seu criador. Hoje, é vendido em vários desenhos diferentes.


Desde séculos atrás, pescadores costumavam exibir exemplares de peixes empalhados, que capturavam em alguma ocasião. Esse tipo de produto se banalizou a tal ponto que os animais começaram a ser vendidos em lojas, como simples item de decoração, e não um grande troféu. O que poderia ser feito para aperfeiçoar a ideia original e sair da mesmice? Algum "gênio" achou que deveria criar um... peixe falante! Por mais ridícula que a ideia possa parecer, a verdade é que muita gente achou interessante. E a empresa que lançou o invento, a Gemmy Industries, se deu bem: milhões de exemplares foram comercializados desde 2000, quando o objeto foi criado.

Mouse de computador

Imagine se as lojas de eletrodomésticos começassem a vender televisores em que você precise manusear não só um controle remoto, mas dois ao mesmo tempo. Bizarro, não? Pois essa foi a sensação dos usuários dos antigos computadores em 1968. Em dezembro desse ano, o norte-americano Douglas Engelbart apresentou um acessório complementar ao teclado, formado por dois cilindros dentro de uma pequena caixinha de madeira. Trabalho dobrado, em uma época em que os equipamentos não se destacavam pela praticidade. Mas curiosamente, a ideia deu tão certo que invadiu a rotina de todos. Hoje, ninguém consegue viver sem o velho e bom mouse.


Bola 8 Mágica

Em 1946, o jovem Albert Carter resolveu se tornar um empreendedor. Para isso, uniu seus talentos à influência profissional de seu pai, um vidente de relativo sucesso. O resultado foi a criação de uma esfera mágica, semelhante às das partidas de sinuca, que seria usada para dar respostas sobre o futuro. Sim, uma bola de bilhar que prevê o futuro. Por mais besta que possa parecer, o negócio se tornou um sucesso estupendo. Com seu amigo Abe Bookman, criou a Alabe Crafts Company e venderam milhões e milhões de exemplares. Basta fazer uma pergunta e lançá-la. Segundos depois, aparecem respostas como "certamente", "provavelmente" ou "muito difícil", entre outras.

Koosh ball

No final dos anos 1980, o norte-americano Scott Stillinger estava morrendo de tédio em seu escritório. Para se distrair um pouco, resolveu juntar todos os elásticos que estavam em sua mesa e os juntou até formar uma pequena bola saltitante. Uma invenção pueril que poderia ter morrido ali mesmo, caso seu chefe lhe empurrasse um pouco de trabalho. Mas não foi o que aconteceu: ele levou a bola para seus filhos brincarem e, em poucos dias, todas as crianças do bairro queriam uma. Resultado: a invenção maluca se tornou uma febre e foi o brinquedo mais vendido no Natal de 1988.

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