Faça uma lancheira saudável para crianças

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Fim de férias! Assim que as aulas recomeçam, retorna a dúvida de grande parte dos pais: como montar todos os dias a lancheira dos pequenos com alimentos gostosos e também saudáveis? Pode parecer bobagem, mas a hora do lanche é muito importante, principalmente para as crianças, que estão em fase de crescimento e desenvolvimento.

Crianças em idade escolar já manifestam as suas próprias vontades e muitas vezes "torcem o nariz" para frutas, verduras e legumes.

Porém, a presença de opções saudáveis é fundamental, já que hábitos alimentares são formados ainda na infância. No período dos 6 meses aos 4 anos de idade ocorre a formação do hábito alimentar da criança, que irá indicar o padrão de consumo do indivíduo na idade adulta. Uma dieta desequilibrada, com baixa ingestão de grãos integrais, hortaliças, frutas e excesso de guloseimas, pode levar à deficiências nutricionais e, ainda, contribui para o desenvolvimento de sobrepeso e obesidade na vida adulta.

Mas o que colocar na lancheira? Para não errar, a nutricionista indica incluir um alimento de cada grupo alimentar.

A maneira mais fácil é escolher os alimentos, considerando fatores como variedade, equilíbrio e moderação. O grupo alimentar é feito de alimentos energéticos (pães ou biscoitos integrais), construtores (queijo branco, requeijão, peito de peru, leite, iogurte ou ricota) e reguladores (frutas e sucos naturais). Com esse mix, além de garantir um desenvolvimento mais saudável, o lanche ainda vai fortalecer os pequenos.

As guloseimas não precisam ser completamente abolidas, desde que sejam oferecidas em pequenas porções. Cabe aos pais convencerem seus filhos que um cardápio adequado é mais nutritivo e pode ser saboroso. É possível preparar guloseimas atrativas, substituindo alguns ingredientes da versão tradicional, por outros mais saudáveis

Comida picante pode dar anos de vida

05 Ago, 2015, 17:33 / atualizado em 05 Ago, 2015, 17:34 | Mundo

Comida picante pode dar anos de vida

| David Mercado, Reuters

Um grupo de investigadores concluiu que a ingestão de alimentos picantes pode reduzir o risco de morte prematura.

Um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) relacionou a ingestão de alimentos picantes com a taxa de mortalidade. Os investigadores concluíram que ambas variam na razão inversa uma da outra. Mas já existem explicações a contrariar a teoria.

"O consumo de alimentos picantes e as causas específicas da mortalidade" é o título do estudo publicado pelo British Medical Journal. Nas conclusões, esta investigação defende que o consumo habitual de alimentos picantes varia na razão inversa da mortalidade.

Por outras palavras, ingerir comida picante pode reduzir o risco de morte prematura, dizem os cientistas.

Com o objetivo de analisar a ligação entre alimentos picantes e causas de morte, os investigadores analisaram população de dez locais geograficamente dispersos na China.

Entre 2004 e 2013, acompanharam a alimentação de quase 200 mil homens e 300 mil mulheres. Todos os participantes tinham entre 30 e 79 anos, sendo excluídos todos os que sofriam de cancro, doenças cardíacas ou acidentes vasculares cerebrais, no início do estudo.

Durante o tempo de análise morreram cerca de 11 mil homens e oito mil mulheres.
"Redução no risco de mortalidade"
Nos resultados, o grupo de investigadores percebeu que morreram seis em cada mil pessoas que ingeriam comida picante menos de uma vez por semana.

Numa análise geral, a taxa de mortalidade foi diminuindo consoante o aumento das vezes por semana em que os participantes consumiam alimentos picantes. Noutra perspetiva, a taxa de mortalidade foi maior no grupo que consumiu comida picante menos de uma vez por semana.

Segundo os autores, "aqueles que consumiram alimentos picantes seis ou sete dias por semana mostraram uma redução de 14 por cento no risco relativo da mortalidade total".

Tendo em conta outras variáveis, o estudo concluiu que a associação inversa foi mais forte naqueles que não consumiram bebidas alcoólicas. As exceções ao estudo foram as mortes provocadas por cancro, doenças do coração e doenças respiratórias.
"Benefícios plausíveis, mas evidências preliminares"
Apesar das conclusões deste estudo, Nita Forouhi discordou de alguns pontos e apresentou outras explicações para a diminuição do risco de vida.

De acordo com a médica especialista em nutrição, a resposta pode estar na água ou no chá que são consumidos em maiores quantidades por quem come alimentos picantes. A razão para viver mais anos pode estar no consumo de mais líquidos e não na ingestão de comida picante.

"São necessárias pesquisas futuras para determinar se o consumo de alimentos picantes tem o potencial de melhorar a saúde e reduzir diretamente a mortalidade ou se é meramente um indicador de outros fatores dietéticos e de estilos de vida", escreveu.

Nita Forouhi disse que os "benefícios são plausíveis, mas as evidências são preliminares". Na opinião da médica, a grande variedade e complexidade da dieta humana é um desafio permanente para identificar as consequências dos alimentos na saúde.

- See more at: http://www.rtp.pt/noticias/mundo/comida-picante-pode-dar-anos-de-vida_n849545#sthash.3PugB1jA.dpuf

Comida picante pode dar anos de vida

05 Ago, 2015, 17:33 / atualizado em 05 Ago, 2015, 17:34 | Mundo

Comida picante pode dar anos de vida

| David Mercado, Reuters

Um grupo de investigadores concluiu que a ingestão de alimentos picantes pode reduzir o risco de morte prematura.

Um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) relacionou a ingestão de alimentos picantes com a taxa de mortalidade. Os investigadores concluíram que ambas variam na razão inversa uma da outra. Mas já existem explicações a contrariar a teoria.

"O consumo de alimentos picantes e as causas específicas da mortalidade" é o título do estudo publicado pelo British Medical Journal. Nas conclusões, esta investigação defende que o consumo habitual de alimentos picantes varia na razão inversa da mortalidade.

Por outras palavras, ingerir comida picante pode reduzir o risco de morte prematura, dizem os cientistas.

Com o objetivo de analisar a ligação entre alimentos picantes e causas de morte, os investigadores analisaram população de dez locais geograficamente dispersos na China.

Entre 2004 e 2013, acompanharam a alimentação de quase 200 mil homens e 300 mil mulheres. Todos os participantes tinham entre 30 e 79 anos, sendo excluídos todos os que sofriam de cancro, doenças cardíacas ou acidentes vasculares cerebrais, no início do estudo.

Durante o tempo de análise morreram cerca de 11 mil homens e oito mil mulheres.
"Redução no risco de mortalidade"
Nos resultados, o grupo de investigadores percebeu que morreram seis em cada mil pessoas que ingeriam comida picante menos de uma vez por semana.

Numa análise geral, a taxa de mortalidade foi diminuindo consoante o aumento das vezes por semana em que os participantes consumiam alimentos picantes. Noutra perspetiva, a taxa de mortalidade foi maior no grupo que consumiu comida picante menos de uma vez por semana.

Segundo os autores, "aqueles que consumiram alimentos picantes seis ou sete dias por semana mostraram uma redução de 14 por cento no risco relativo da mortalidade total".

Tendo em conta outras variáveis, o estudo concluiu que a associação inversa foi mais forte naqueles que não consumiram bebidas alcoólicas. As exceções ao estudo foram as mortes provocadas por cancro, doenças do coração e doenças respiratórias.
"Benefícios plausíveis, mas evidências preliminares"
Apesar das conclusões deste estudo, Nita Forouhi discordou de alguns pontos e apresentou outras explicações para a diminuição do risco de vida.

De acordo com a médica especialista em nutrição, a resposta pode estar na água ou no chá que são consumidos em maiores quantidades por quem come alimentos picantes. A razão para viver mais anos pode estar no consumo de mais líquidos e não na ingestão de comida picante.

"São necessárias pesquisas futuras para determinar se o consumo de alimentos picantes tem o potencial de melhorar a saúde e reduzir diretamente a mortalidade ou se é meramente um indicador de outros fatores dietéticos e de estilos de vida", escreveu.

Nita Forouhi disse que os "benefícios são plausíveis, mas as evidências são preliminares". Na opinião da médica, a grande variedade e complexidade da dieta humana é um desafio permanente para identificar as consequências dos alimentos na saúde.

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